Biometria para Condomínio | Infosecret
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Identificação segura e eficiente
Você chega em casa, encosta o dedo num aparelho e – pronto! – a porta se abre. Parece cena de filme? Sim, pode ser, mas não é! Trata-se de uma realidade pouco comum hoje em dia, mas que daqui a alguns anos vai se tornar bastante rotineira… Tudo para preservar a sua segurança e também da sua família. Então, que tal conhecer um pouco mais dessas novas tecnologias desde já?
Estamos falando de sistemas eletrônicos de acesso que usam a biometria como forma de segurança. “Biometria vem de bio, que é vida, e metria, que significa medida. Ou seja, biometria é o estudo estatístico das características de seres vivos. Atualmente, entende-se por Biometria a identificação de pessoas conforme suas características físicas”, explica Marcelo Pacheco, diretor de tecnologia da Casa do Futuro. A biometria é uma técnica que usa as características pessoais únicas para identificação, a chamada identificação segura.
Antigamente, os sistemas de controle de acesso utilizavam senhas, crachás com códigos de barras, tarjas magnéticas ou cartões de proximidade para a identificação e registro das pessoas cadastradas. Cartões, senhas, todas essas tecnologias, poderiam ser utilizadas indevidamente caso fossem perdidas ou roubadas, e foi por isso que surgiu o uso da biometria. “Como cada pessoa possui características próprias que mais ninguém possui, esses métodos tornaram-se bastante utilizados, principalmente pela sua maior confiabilidade".
No Brasil, estes sistemas foram introduzidos na década de 90. A leitura das digitais, retinas, face, voz e íris são algumas dessas técnicas de identificação.. O que é mais utilizado aqui no Brasil é a leitura da digital – que, inclusive, é usada em documentos importantes como RG. Para cada local existe um projeto ideal, um equipamento adequado para a necessidade específica. “As maiores aplicações hoje são os pontos de leitura da digital. Em escritórios comerciais e academias, o crescimento do uso desses sistemas é muito grande. Quando uma empresa opta por esse tipo de aplicação, ela opta pelo conforto e segurança do próprio cliente dele”, completa.
A biometria usando a impressão digital funciona a partir do cadastramento da mesma através de um leitor, um scanner, biométrico que capta o desenho da digital da pessoa. “No dedo, há vários pontos de interseção, que são aquelas curvaturas, as linhas. Cada dedo tem em média 40 pontos de interseção, que são únicos. Após a captura da digital o software transforma a digital em cálculo matemático, que fica guardado em um arquivo. Quando uma pessoa já cadastrada quer ter acesso a algum lugar, ela encosta o dedo no sensor e, a partir daí, é feita uma comparação entre o cálculo matemático extraído naquele exato momento com o que há no cadastro”.
Esses leitores foram evoluindo com o tempo. Os primeiros eram chamados de capacitivos, que se desgastavam com facilidade, perdendo também a sua funcionalidade com pouco tempo de uso e não eram muito precisos. A segunda geração foi a dos óticos, que tiram uma foto da digital. “Os óticos são bastante precisos e rápidos. O único inconveniente é que não funcionam muito bem em ambientes abertos sujeitos à iluminação natural. O scanner mais moderno utiliza a eletroluminescência, ou seja, energiza a digital da pessoa e a capta através de uma superfície sensível.
Assista o vídeo e veja como é simples e pratico
Esses leitores foram evoluindo com o tempo. Os primeiros eram chamados de capacitivos, que se desgastavam com facilidade, perdendo também a sua funcionalidade com pouco tempo de uso e não eram muito precisos. A segunda geração foi a dos óticos, que tiram uma foto da digital. “Os óticos são bastante precisos e rápidos. O único inconveniente é que não funcionam muito bem em ambientes abertos sujeitos à iluminação natural. O scanner mais moderno utiliza a eletroluminescência, ou seja, energiza a digital da pessoa e a capta através de uma superfície sensível.
Tanto os sistemas de biometria que usam a digital quanto o da íris não têm muita diferença, todos funcionam de forma semelhante. “Ao ler pela primeira vez as informações do usuário, o sistema converte estas determinadas características, únicas de cada pessoa, em um banco de dados e as memoriza. No momento da identificação, o sistema procura neste banco de dados aquele registro que mais se aproxima do original. Esta busca ocorre em fração de segundos.

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